sábado, 15 de maio de 2010

O que farias tu?

"Mil vezes uma verdade cruel a uma mentira piedosa"

Um lema que todos poderíamos adoptar. É verdade que a verdade pode magoar. É mais fácil viver uma ilusão que nos faz sentir pensar que somos felizes, do que aceitar uma verdade que nos entristece e magoa. Qualquer pessoa pode compreender que uma pessoa aceite viver uma ilusão para não se confrontar com uma verdade difícil. Mas é de louvar quando uma pessoa decide sair da ilusão e encara a realidade com a cabeça erguida e resolve procurar a verdadeira felicidade.

Quando uma pessoa arrisca a amizade que tem contigo para te contar a verdade, mesmo sabendo que te vai magoar e que vais sofrer, o que fazes tu? Mesmo que haja uma terceira pessoa que te diga as coisas de maneira diferente, aceitas o que alguém, que não tem mais a perder que a tua amizade, diz ou outra pessoa que consegue de ti muito mais que isso (por exemplo, um(a) namorado(a) de uns meses). A amizade não se pede, ganha-se.

Por isso, o que fazias? Quais seriam as tuas dúvidas? Como agirias para pôr tudo em pratos limpos? No final, como resolverias as coisas?

Nunca se sabe quando alguém poderá beneficiar das tuas dicas.

Acerca da minha pessoa :)

De trigueira face ao vento
Sorriso solto ao destino
Encara com coragem a vida
Qual feminesco paladino

Com um olhar de desafio
E alma pronta para a luta
Batalhas, lições de vida
De que ela bebe e desfruta

Com um amor cristão à vida
Constrói a tua felicidade
Fazendo-te sempre sinónimo
Da divina Liberdade!

Edgar Fernandes

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Cada um tem o que merece?

eu quero fantasia

e tenho realidade

eu quero cor de rosa

e tenho cinzento

eu quero certo

e tenho errado

eu quero excelente

e tenho suficiente

eu quero mais e tenho menos

eu quero alto e tenho mediano

eu quero intenso e tenho sem sabor

eu quero e não tenho

Obrigada FT :)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Será?

Os dias foram passando e a água foi estagnando naquele lugar. Costumava ser uma água limpa, fresca, rica de vida e de futuro. Agora, sem explicação aparente, estava parada. Tinha ganho uma cor esverdeada, feia e suja. Ninguém conhecia o seu sabor, porque ninguém se aproximava dela sequer. Alguns, distraídos, já a tinham calcado. Se antes, com o movimento que a caracterizava as pegadas se apagavam imediatamente, agora permaneciam algum tempo marcadas na vegetação lamacenta que dela se tinha apoderado.

Quem nunca a tinha visto, tentava desviar o olhar. Afinal, que interesse tem uma poça de água ridícula, abandonada de vida e de beleza, que não vai para lado nenhum? Quem a conheceu antes de, por algum motivo, ter parado ali, sabia que aquela água já tinha tido muito para dar, já tinha percorrido muitos caminhos diferentes sem deixar de ser transparente e cheia de vida.

Agora, estava ali. Não vai a lado nenhum. Não toca ninguém. Não sacia a sede de ninguém. Está cheia de lixo e de verdura morta ou podre. Ninguém lhe quer tocar. Será que algum dia a chuva a vai ajudar a ter força para se movimentar outra vez; para se libertar do lixo, para voltar a ser transparente e atraente e útil?
Ora bem, o tempo de votar já acabou. O resultado é positivo, tendo em conta que vou obviamente ignorar os resultados da 3ª opção. Para quem não gosta, eu nunca disse que isto era uma democracia. Houve uma crítica relativa à luminosidade que a cor branca provoca no ecrãn. Peço desculpa, tentei mudar a cor, mas não gosto de mais nenhuma mais do que do branco, não nesta conjugação de cores. Posso é sugerir que baixem a intensidade da luz no vosso monitor. Sim?

A mudança do preto fechado para o branco mais aberto simboliza mesmo uma mudança que quero que aconteça, mesmo fora do âmbito deste blog. Só Deus sabe como às vezes é complicado ver luz no dia-a-dia...

domingo, 18 de abril de 2010

Em conversa com um dos meus novos parceiros nos crimes bloguentos, eu disse o seguinte:

Os erros são oportunidades de aprendizagem; as imperfeições são oportunidades de evolução; os defeitos são oportunidades de crescimento. Por isso, por muitos que tenha, são todos positivos e tornam-me melhor.

In deed!

domingo, 11 de abril de 2010

Où es tu?

Onde andas tu, que te navegas à deriva do meu pensamento? Não te escondas por aí como um desconhecido. Aparece, fala, convida-me para conversar. Eu gosto de conhecer pessoas novas também. Gostava que gostasses de me conhecer a mim. Eu gostei de te conhecer pelo esboço. Sê gentil, suave. Eu serei gentil e suave também para ti. Adoro que me toquem na hora certa, da forma certa. Vais notar que não é assim tão difícil perceber quando e como o certo se desenhará entre nós. E sorri. Gosto de sorrisos espontâneos, sinceros. Não te deixes acanhar pela imagem dura e distante que passo. É só fachada e não é para ti. Tu podes vir ter comigo. Vem ter comigo quando quiseres. E olha para além do óbvio. Gostar de outra pessoa começa dentro de cada um de nós. O resto do encanto vem naturalmente se te aproximares.

Ooops!!

Há dias em que sinto que aterrei aqui de repente e que tudo está diferente, apesar de parecer igual. A maior diferença encontro-a nas pessoas, na forma como se relacionam. Há uns anos atrás eu conseguia encontrar pessoas verdadeiras, cujas personalidades quase pareciam palpáveis de tão sólidas eram. Não se mentia a amigos, acreditava-se neles. Afinal, são os únicos nos quais podíamos realmente confiar. Quando aparecia alguém interessante, fazíamos por manter esse alguém por perto, tentávamos descobrir esse alguém aos bocadinhos, sem pressa, mas mostrávamos desde logo quais as cores que essa pessoa nos transmitia. Antes, as pessoas viam-me (ou eu pensava que me viam) como uma pessoa adorável, fofa, divertida, verdadeira, genuína, extrovertida. Hoje, eu própria me vejo como um pouco azeda, sarcástica, quase que afasto as pessoas com algum propósito. Não sei para onde escorreu a parte suave de mim. Pelo menos continuo a ser verdadeira.

Estou estúpida! Comecei este texto a pensar que o mundo estava louco, mas acabo a reconhecer que é em mim que devo procurar uma mudança para melhor. Fiquei triste.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Pronto, apresenta-se a experiência número um. Já que ninguém se chega a frente para opinar acerca do aspecto desta coisa, faço-o eu. Agora, só têm que indicar aqui do lado direito se acham que é este que deve ficar, ou não.

Ah! Sintam-se livres de opinar sobre o que acharem merecedor de mudança.
Apesar de não figurarem aqui as mensagens anteriores a 2007, na realidade este blog começou a ser escrito a 3 de Abril de 2006. E fez, por isso, quatro anos de existência! Não é muito tempo, se fizermos a comparação com blogs com sete e mais anos de idade. Mas é a idade que ele tem e, por isso, merece os parabéns.