Que triste sabermos que o chefe do governo deste pequeno país é um corrupto tão declarado e que, mesmo assim, a população continua a votar nele. Que triste pensar que o povo português está assim tão dimunuído no seu discernimento.
Mas, por favor, vejam isto, para perceberem um bocadinho do que estou a falar.
Como se não bastasse o nosso país ser medíocre, o mundo inteiro está podre. Senão vejamos o caso da gripe A, para referir apenas um dos muitos casos de estupidez mundial. Antes de mais, vejam isto, para perceberem do que estou a falar.
Tendo isto em conta, como podemos nós deixar que nos vacinem ou que vacinem os nossos? Mais, como é que deixamos que a Comunicação Social, os médicos e toda a gente deste país chame fetos a bebés de 8 meses de gestação?!!! O que raio é isto?
Não tenho porque ficar escandalizada, não é? Afinal, na administração Obama existe um determinado senhor cientista que defende o aborto até aos 2 anos! Sim, leram bem: até aos dois anos de idade!!! Que raio de humanos são estes? O melhor é o argumento do senhor: aos dois anos ainda não se tem consciência de si. Desde quando é que isso é motivo para se matar seja quem for?
Mas há pior pela Casa Branca. Muitos deles, incluindo a Sra. Clinton, defendem a eugenia (para quem não sabe o que é ver aqui), tal como foi defendido pelo Nacional Socialista Alemão (para quem não sabe, estou a falar do partido NAZI, que sim, era socialista e não fascista. Fascista era Mussolini). Pois é. Ninguém se informa e depois diz toda a gente que não sabia.
E não é só nos EUA que as coisas estão pretas. Aqui, no Velho Continente (tão velho que nem vê que é escravo do americano) há uma coisa chamada Tratado de Lisboa. Que vergonha que o nome da nossa capital esteja associado a algo tão infame! Esta coisa, que deveria ter sido votada por todos os europeus, não o foi em Portugal, nem na maioria dos países da UE. O último país a assinar esta estupidez será a Repúblia Checa. E porquê? Porque antes de assinarem querem lá ver uma cláusula que garanta que a Carta dos Direitos do Homem está acima deste documento. Não é preciso ser o Einstein para se perceber que o Tratado de Lisboa põe em causa a Carta dos Direitos Humanos mais do que em um artigo. Como é que é possível?!!! A Carta dos Direitos Humanos é o documentos moderno que mais precioso devia ser aos nossos olhos e nós deixámos que o nosso governo assinasse aquela coisa!
Agora vejam isto: o clima económico-político-social no tempo pré-ditadura nazi era mais ou menos o que estamos a viver agora. Mas, desta vez, o que nos querem impôr é a Nova Ordem Mundial, que mais não é do que a tentativa de se impôr um governo mundial, não eleito, formado por aquilo que os apoiantes chamam de "elite". Não pensem que o vosso nome está escrito nesta lista de "elite". Lá estão o nome do Sr. Obama, por exemplo, que até já escreveu um livro sobre isso e tudo. É a tentativa mais declarada que existe, de determinados auto-proclamados líderes carismáticos, como o nosso primeiro-ministro se acha, de se imporem à democracia. Não se enganem. O povo, a raia miúda fica sem voto em nada, zero. Ficamos à mercê do que mais lhes convier.
Todos estes motivos para histeria: crise económico-financeira, gripes aviárias e suínas, aquecimento global, entre outros, não são mais do que coisas que eles nos querem enfiar na cabeça para nos meter medo. Eles acreditam que se tivermos medo, aceitamos tudo o que eles nos imposerem. E eles têm razão. Mas não há aquecimento global nenhum. Não há nenhuma pandemia. Não há nenhuma crise económico-financeira. São tudo amplificações exageradas e sensasionalistas que servem para nos aterrorizar. Isto é a Teoria de Gestão de Terror posta em prática!
Pessoal, eu sei que é muita informação, mas informem-se. Estamos a ser comidos por patetinhas e não há necessidade para isso. Leiam as notícias, procurem informação e, se tiverem muita preguiça, ao menos leiam aqui algumas coisas verdadeiras que não passam na comunicação social, porque não lhes interessa.
Abram os olhos e não deixem que apertem ainda mais essas amarras que já estão nos vossos braços!























Pelo plano traçado no Terreiro do Paço, seguimos para as Portas do Sol. E que boa surpresa! Não só é um miradouro fantástico para o toque entre a cidade e o rio, como também é um lugar recheadinho de romance e História. Antes de chegar ao miradouro, duas pérgolas muito bonitas se estendem ao sol em conjunto com um bonito jardim. Um painel em azulejo, sem manutenção ou cuidado nenhum, mas ainda assim muito bonito, está ao fundo do jardim, e do outro lado fica uma pequena igreja, pertencente à Ordem de Malta, antigamente constituinte dos Templários. Debaixo desta, pedra sobre pedra, ergue-se o que já foi um ponto de entrada na muralha da cidade. A sua construção começa nos visigodos, estende-se pelos muçulmanos e pelos portugueses. Sendo parcialmente destruída pelas batalhas, de novo, voltava a ser erguida. As suas pedras representam a História de Portugal na sua essência e isso sente-se ao tocá-las.
Subindo a pique até ao Castelo de São Jorge, notámos a Lisboa bairrista, das casas pequenas e viradas umas para as outras, com os seus pequenos jardins e ruas apertadas e o seu distinto carisma.
Ainda assim, a teimosia fez-nos apreciar o que podíamos, de fora para dentro. E vimos a sobreposição de pedras, oriundas desde o tempo dos fenícios até hoje. Sim, porque ainda hoje se reconstrói o Castelo de São Jorge. E quem vê o Castelo de fora, pode descobri-lo na exploração arqueológica que se está por lá a fazer. Ficam como pormenores engraçados o habitante vigilante da casa “1ª” (como se apresenta), parte da muralha do Castelo, e o “chefe de cozinha” que nos observou (não é Ana?). Esta fica só para nós. :)
Seguiu-se a Feira da Ladra que estava a fechar e, depois, o Panteão Nacional. Para além de completamente desenquadrado de tudo o que se desenhava à sua volta e de parecer apertado por entre tanta Lisboa, Decepciona-me que por entre os nomes que ali se homenageiam se encontre o de Amália Rodrigues. Não quero diminuir a importância do que fez em vida, mas muitos mais nomes se levantam muito antes do seu. E fica como exemplo sem discussão Aristides de Souza Mendes. Ninguém pode negar que o seu nome no Panteão apenas elevaria um pouco mais do valor deste monumento. Seria uma ode ao que ainda lá falta representar de Portugal: a caridade.
Na volta, vimos dois miúdos à pancada e a infeliz complacência de quem assistia. Apenas três homens intervieram e quando a polícia se anunciou, os miúdos fugiram. Mau retrato da cidade, mas que já esperávamos, infelizmente. Ficámos a conhecer também o Limoeiro que dá nome a tudo o que o rodeia: praça, rua, travessa, etc. Lindo, enorme, imponente na sua velhice e jovem nos novos ramos que despontam.
No final do dia, janta e dormida. O cansaço era demais para qualquer outra coisa.
